Fontes: http://citador.weblog.com.pt/arquivo/107629.html
http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6244
http://www.blogdojua.com/2009/06/epidemias-programadas-governo-mundial.html
http://apocalipsetotal.blogspot.com/2008/01/governo-mundial-realidade-ou-mito.html
«Começa com a União Europeia, Associação das Nações do Sudeste Asiático, Organização para Cooperação de Xangai, Parlamento Centro-americano, Comunidade das Nações Sul-americanas e a União Africana. Por fim juntam-se todas as organizações e forma-se um único governo, uma única moeda, uma única economia, leis iguais para todos».
Resumo: O Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe


Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe, tal como Maria Antonieta que, ao mandar o povo comer brioches já estava quase sem cabeça e não sabia de nada! Quem tem autoridade moral – e logo, logo, militar – sobre todo o mundo hoje em dia? Quem dita as normas de conduta ética? Quem tem o poder de guerra e de paz? Não é a Organização das Nações Unidas?
Estamos acostumados a tomar como certo tudo que a ONU diz e determina. Suas estatísticas são incontestáveis. Suas recomendações são ordens. Tudo que de lá vem é bom, por princípio! Pois não é lá que se defende a paz e a harmonia entre os homens?
Uma espécie de deus de uma religião pagã?
Seus funcionários se metem em tudo através das diversas ‘agências’ – sofisma que será empregado até poderem usar o nome verdadeiro: Ministérios Mundiais! A burocracia já atingiu níveis nunca alcançados em nenhum outro lugar, nem mesmo na URSS. Recomendo darem uma olhada em
http://www.unsystem.org/ para verificarem o grau com que estamos aprisionados à ela.
São mais de 130 agências, comissões, sub-comissões, delegacias, inspetorias, etc., das quais conhecemos uma parte ínfima mas pelas quais já se pode perceber o tremendo poder de que dispõem.
É a UNESCO que determina os currículos do mundo inteiro (ver meu True Lies para saber a origem dos mesmos). É a OMS que diz o que podemos comer, como devemos cuidar de nosso corpo e mente, que medidas sanitárias devemos usar. A OMC determina como deve ser o comércio mundial. A AIEA determina quem pode ter armas nucleares. A UNICEF estabelece as categorias nas quais temos que cuidar de nossos filhos, quantos devemos ter. A FAO distribui os plantios agrícolas. O complexo bancário FMI/BANCO MUNDIAL/BID decide quais países serão economicamente viáveis, quais devem falir (como fizeram com a Argentina após a Guerra das Malvinas/Falklands, no que Estulin está absolutamente correto). São tantas as ‘agências/ministérios’ que nem sei quem determina a falácia chamada IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.
Da mesma forma que a campanha contra o fumo foi um teste bem sucedido, como denuncia Estulin, para medir o grau de sujeição hipnótica da população mundial, a campanha do desarmamento também o é. A absurda aversão ao cigarro e aos fumantes prova que uma propaganda subliminar bem feita é capaz de converter facilmente milhões em robôs ou cães de Pavlov: toca a campainha os cães salivam, acenda um cigarro e os robôs se enchem de indignação! Ninguém se espante se algum dia a OMS disser que andar de quatro faz bem para a coluna, aumente exponencialmente o número de quadrúpedes na Terra, todos alegrinhos com as ‘melhoras’ obtidas.
A mesma coisa se esperava da campanha pelo desarmamento. Como tudo na ONU passa necessariamente pelo Conselho de Segurança, como é que alguém pode acreditar que o desarmamento interessa à ONU se os cinco Membros Permanentes, com direito de veto, são os cinco maiores produtores e exportadores de armas do mundo? Ingenuidade tem limite, a partir do qual é burrice! A prevista oposição dos EUA permite aos demais votarem tranqüilos contra seus próprios interesses econômicos pois sabem que a culpa recairá, como sempre nos malvados EUA fazedores de guerra. Mas os EUA não são inocentes! O que impede seu governo de votar a favor e fingir-se de bonzinho é algo que tem mais de 200 anos: a Segunda Emenda à Constituição – e é dificílimo emendar a Constituição – e o poderoso lobby da NRA, National Rifle Association. A campanha anti-fumo começou pelos EUA, povo extremamente preocupado com a saúde; a do desarmamento pelo Brasil, possivelmente por ser considerado um povo atrasado, governado por paus mandados da ONU e fácil de convencer. Mas não contavam com o fato de que há vida inteligente por aqui capaz de organizar uma eficiente campanha para se descolar da pecha de defensores das armas em si, e se mostrar defensores do direito do cidadão à sua defesa e de sua família. A organização Pela Legítima Defesa, a APADDI-ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE DEFESA DOS DIREITOS E DAS LIBERDADES INDIVIDUAIS, e a ONG Viva Brasil conseguiram reverter uma derrota certa em acachapante vitória.
A MISTIFICAÇÃO HIPNÓTICA
Criada dos escombros de uma das mais sangrentas guerras da história humana por uma população exausta ansiando por paz após seis anos de matanças, a ONU teve as condições propícias para já nascer hipnótica: as pessoas queriam se convencer de que a paz eterna é possível se criado um mecanismo internacional de diálogo entre as nações. Aí fica fácil iludir todo mundo, pois esta é a única condição sine qua non para o hipnotismo: o paciente desejá-lo. Mesmo seu inspirador não tendo as qualificações adequadas para defensor da paz: Josef Stalin, o segundo maior carniceiro da história só perdendo para seu dileto discípulo Mao Zedong. A organização já nasceu fruto da mentira pois um dos países fundadores, a URSS, jamais pretendeu respeitar a Declaração dos Direitos do Homem que cinicamente aprovava. Com o nascimento da ONU nascia simultaneamente a assimetria entre o tratamento dado às Nações: enquanto as democracias passaram a ser cobradas permanentemente pelo respeito aos direitos humanos, as ditaduras comunistas defendiam para si o hipócrita ‘princípio da autodeterminação dos povos e da não interferência em assuntos internos’. Hoje o Islã faz exatamente a mesma coisa!
É impressionante como pessoas que se dizem céticas, não acreditam, p.ex., em pesquisas eleitorais que em algum tempo se encontrarão com a realidade dos votos e serão desmascaradas se erradas, ao mesmo tempo têm uma fé cega nas estatísticas da ONU e tudo que vem de lá. Quem checa as estatísticas da ONU? Quem pode refutá-las e desmascará-las? Isto é impossível – seria necessário uma organização de igual tamanho. Acredita-se na autenticidade delas por quê? Fé? Dados que não podem ser refutados podem ser fraudados no sentido de atingir seus fins de dominação mundial.
Não é sem base que desconfio pois existe um sem-número de falsidades envolvendo esta organização, além das já apontadas. A começar pelo seu objetivo: supostamente, a paz. Seu belo símbolo – um globo terrestre branco sobre fundo azul celeste – convida à paz e à tranqüilidade. Mas a pomba branca da paz mais ainda e poucos sabem que foi encomendada por Stalin a Picasso, que além de oportunista era comunista – para hipnotizar o Ocidente com suas intenções ‘pacíficas’ e espalhar a crença de que os países comunistas, onde se matava oficialmente por qualquer vintém, eram os ‘povos amantes da paz’ em oposição aos países capitalistas, cruéis fazedores de guerras.
A ONU não quer a paz, é pura lorota! Quer é a guerra; quanto mais guerra mais justifica sua necessidade e mais se apresenta como a única solução. Se acabarem-se as guerras, acaba a ONU! Alguém acredita que interessa aos médicos acabar com todas as doenças e ficar desempregados? Ou que interessa aos advogados fazerem leis simples que todos entendam e possam se defender sozinhos? Claro que não, mas a grande maioria acredita que a ONU quer a paz – e sua conseqüente auto-extinção! Para não ir muito longe leio aqui mesmo no Mídia Sem Máscara um artigo de Caroline Glick em que ela diz que o Hezbollah e seus aliados ganharam o último round do conflito com Israel. Pode até ser que no plano tático sim, mas no plano estratégico de longo prazo só a ONU saiu ganhando com o aumento dos efetivos da UNIFIL para supervisionar o re-armamento do Hezbollah, novos foguetes sobre Israel, nova reação ‘desproporcional’, novo cessar-fogo, nova Resolução e mais capacetes azuis! Perdem Israel, Hezbollah, Líbano, Síria e Irã.
Para os donos do mundo que usam a ONU como instrumento não interessa a mínima ganhos táticos nem se importam com número de mortos, feridos, crianças, velhos; só interessa a estratégia de longo prazo de domínio mundial.Perde principalmente os EUA, a única potência que poderia enfrentar a ONU simplesmente se retirando, parando de subsidiá-la e a expulsando das margens do East River! Quando Bush atacou o Iraque contrariando as decisões do Conselho de Segurança, deu o primeiro passo do que acreditei seria a desmoralização total da ONU. Mas não prosseguiu, apesar de ter nomeado John Bolton como Embaixador, que é um dos poucos que sabe realmente o que é a ONU. É a última esperança.
(*) Heitor De Paola
O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e ex-Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, Membro do Board of Directors da Drug Watch International, e Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa (
www.faroldademocracia.org) . Possui trabalhos nas áreas de psicanálise e comentários políticos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da
organização comunista clandestina, Ação Popular (AP).
Pode evitar-se a guerra por algum tempo por meio de paliativos, expedientes ou uma diplomacia subtil, mas tudo isso é precário, e enquanto durar o nosso sistema político actual, pode ser considerado como quase certo que grandes conflitos hão-de surgir de vez em quando. Isso acontecerá inevitavelmente enquanto houver diferentes Esados soberanos, cada um com as suas forças armadas e juiz supremo dos seus próprios direitos em qualquer disputa. Há somente um meio de o mundo poder libertar-se da guerra, é a criação de uma autoridade mundial única, que possua o monopólio de todas as armas mais perigosas.
Para que um governo mundial pudesse evitar graves conflitos, seria indispensável possuir um mínimo de poderes. Em primeiro lugar precisava de ter o monopólio de todas as principais armas de guerra e as forças armadas necessárias para o seu emprego. Devia também tomar as precauções indispensáveis, quaisquer que fossem, para assegurar, em todas as circunstâncias, a lealdade dessas forças ao governo central.
O governo mundial tinha de formular, portanto, certas regras relativas ao emprego das suas forças armadas. A mais importante determinaria que, em qualquer conflito entre dois Estados. cada um tinha de se submeter às decisões da autoridade mundial. Todo o emprego da força, de um Estado contra o outro, tornaria o agressor um inimigo público e implicaria o emprego, contra ele, das forças armadas do governo mundial. Estes seriam os poderes essenciais para salvaguardar a paz. Uma vez conseguidos, outros se lhes seguiriam. Haveria necessidade de corpos constituídos para desempenhar as funções legislativas e judiciais; mas tais corpos desenvolver-se-iam naturalmente se as condições militares fossem realizadas; o que é difícil e vital é dotar de uma força irresistível a autoridade central.
O governo mundial pode ser democrático ou totalitário; pode ter a sua origem no consentimento ou na conquista; pode ser o governo nacional de um Estado que conseguiu conquistar o mundo ou, pelo contrário, uma autoridade em que cada Estado, ou cada ser humano, tenha iguais direitos. Por minha parte creio que se tal governo se constituir um dia será à base do consentimento nalgumas regiões e à base da conquista noutras. Numa guerra mundial entre dois grupos de nações, pode suceder que os vencedores desarmem os vencidos e comecem a governar o mundo por meio de instituições unificadoras desenvolvidas durante o conflito. Gradualmente, à medida que se desvaneça a hostilidade provocada pela guerra, as nações vencidas poderão ser admitidas como associadas. Não creio que a espécie humana tenha suficiente habilidade política ou um elevado espírito de tolerância para estabelecer um governo mundial somente à base do consentimento. Por isso penso que um elemento de força deve ser necessário, tanto para o seu estabelecimento como para a sua protecção durante os primeiros anos.
Bertrand Russell, in “A Última Oportunidade do Homem”
Actualmente muitos têm defendido a tese de que é necessário implementar um modelo de “Governo Mundial”, capaz de submeter todas as relações internacionais e seus sujeitos a um plexo de normas comuns.
Tal tese abraça nada menos que a efectivação de um contrato social de amplitude internacional, do qual derivem direitos, obrigações e obviamente sanções, nos casos de descumprimento do pacto estatuído, para os entes ou sujeitos de direito internacional.
O objectivo dos defensores do “Governo Mundial” é abolir o que chamam de “caos” nas relações internacionais, através de uma sistematização do mecanismo internacional de solução de conflitos, sob a alegação de que “a incapacidade da sociedade internacional de estabelecer regras jurídicas aceitáveis por toda a comunidade nos levará à catástrofe vista somente em tempos bárbaros.»
Todavia, não há como dar guarida à idéia de um “Governo Mundial” que não respeite as diferenças das diversas nações e atente contra a soberania dos Estados. Em oposição à idéia de “Governo Mundial”, surge como saída necessária para solução dos conflitos internacionais, a reação de ampliação da democracia e a formação e o aperfeiçoamento de mecanismos multilaterais que realizem consensos nas discussões a nível internacional.
Porém, há aqueles que afirmam que sem coercibilidade e poder de sanção o direito internacional público não é direito, baseados na doutrina de Rudolf Von Ihering, a qual postula que “norma sem sanção é como fogo que não queima”.
Sustentam que somente um “Governo Mundial” com normas revestidas de legitimidade em dimensão espacial capaz de abarcar o planeta seria a solução para garantir a certeza e segurança nas relações internacionais.
Enfrento neste artigo indagações como: É possível ou viável instalar-se um “Governo Mundial” legítimo? Em que se funda esta legitimidade? Como dar força às obrigações assumidas nas relações internacionais, sem a implementação de um contrato social de nível supra estatal?
Para tentar responder essas dentre tantas perguntas que podemos levantar, é preciso estabelecer um ponto de partida, o qual ouso focar o seguinte problema: “não é possível tratar com igualdade os desiguais”?.
No âmbito internacional é tido como certo pelos doutrinadores que existe uma igualdade soberana entre os Estados, tão certo como a existência de uma pungente desigualdade de fato, onde reside, no meu ponto de vista, o impeditivo maior para a instalação de um governo único, haja vista os Estados hoje não estejam em pé de igualdade para manifestarem seu consentimento acerca de normas que obrigação toda a comunidade internacional, de maneira que corre-se o risco de criarmos regras que privilegiem os interesses de alguns, o que seria um contra-senso até mesmo com o ideal dos que defendem a instalação deste “Governo Mundial”.
O próprio direito internacional é um direito que socorre somente os Estados desenvolvidos, deixando à margem aqueles ainda em processo de desenvolvimento.
Não é possível afirmar que, por exemplo, um país como a Argentina esteja de facto, em pé de igualdade com os EUA, para manifestar sua vontade livremente e sem pressões, objectivando firmar uma Constituição internacional.
Em acréscimo a essa desigualdade fática, temos que considerar que os Estados Nacionais não abrirão mão de sua soberania por conta de uma proposta que não parece nada viável do ponto de vista político, uma vez que perder-se-á força em troca de uma constituição mundial que parece mais um “meio” para se chegar a um “fim” pré determinado, qual seja, ao Governo Mundial, ou melhor, à realização do desejo das superpotências que é dominar os demais países.
“Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação…” Príncipe Philip
A idéia de controlar a população mundial, principalmente nos países pobres e ou em desenvolvimento tecnológico e industrial, é antiga. Ganhou notoriedade nos séculos XVII, XIX, com Thomas Malthus. Malthus propôs uma “restrição moral” aos nascimentos; proibir o casamento entre pessoas muito jovens; limitar o número de filhos entre as populações mais pobres; elevar o preço das mercadorias e reduzir os salários, a fim de pressionar os mais humildes a ter uma prole menos numerosa. Tudo isso e muito mais, sob a desculpa de que não haveria alimento para todos. Dois séculos depois as teorias desse inglês nascido em 1766 estão de novo em evidência, desta feita disfaçada de ambientalismo, ecologismos, ecoterrorismo e por aí afora. Ao longo do tempo as teorias malthusianas foram ganhando reforços. Houve aqueles que optaram pela quimera da purificação das raças, e em seu nome mataram milhões de pessoas; e até mesmo experiências como a de distribuição de anticoncepcional, ainda em fase experimental, no leite em pó que, “caritativamente”, John Kennedy doava ao Brasil no início dos anos de 1960. Mas são outras histórias. Tivemos também Marx, Bertrand Russel, esse, ao mesmo tempo que criticava qualquer forma de autoridade que tolhesse as liberdade o pensamento e a expressão, defendia o controle da natalidade. Hoje tais idéias são disseminadas sorrateiramente, a sorrelfa, manhosamente, à socapa no pacote de lavagem cerebral chamado de ambientalismo, a máfia verde, arma que os poderosos da Nova Ordem Mundial, o Clube de Bilderberg, utilizam-se para espalhar o terror, dominar os povos e implantar o governo único mundial. Um dos mais evidentes naturalista, e naturalmente compromissado até ao pescoço com o controle da população mundial, e em favor dos que planejam o domínio mundial – bancos, grandes conglomerados, realeza européia a começar, e, sobretudo, pela Casa de Windsor, ONU e seus inúmeros rabos etc. -, foi o oceanógrafo e ambientalista francês Jacques-Yves Cousteau. E esse continua sendo seu legado. Com aquela cara de velhinho samaritano, tinha idéias, digamos, extravagantes a respeito da humanidade. Essas idéias, embora estejam sendo utilizadas na prática, foram e continuam sendo mascaradas pela pseudo preocupação para com o destino do mundo e tem a auto-sustentabilidade como a face que oculta o mal. Na década de 1990, Jaques Cousteau, “preocupado com as condições ecológicas de vida do mundo de amanhã, recorrendo à colaboração do Banco Mundial e da Unesco, criou uma cátedra universitária, designada Unesco-Cousteau, que será instalada em 100 universidades de todo o mundo, com a interferência direta da suspeitíssima ONU, “aquela coisa lá de Nova York, como diria Charles De Gaulle. A nova disciplina definida e concebida por Cousteau é a ecotecnia. Sua principal característica é a de congregar conhecimentos de outras disciplinas etc.. (…). Pode se entender o “o congregar outras disciplinas…”, como forma de engajar outros desavisados na insanidade que preparam para a terra e sua população. Mas voltando o senhor comandante Custeau, vale a pena relembrar uma sua entrevista concedida, em 1992, ao Unesco Courier, e republicada pelo Alerta de Rede, em 1990. Pergunta: Existem espécies animais que constituem uma ameaça ou são prejudiciais ao homem, como algumas serpentes, alguns mosquitos. Será que é possível eliminá-las, como se tenta eliminar os vírus responsáveis por certas doenças? Cousteau: A eliminação de vírus é uma idéia nobre, mas acarreta enormes problemas. Entre o ano 1 e o ano 1400, a população praticamente não mudou. Por meio de epidemias, pandemias, endemias, a natureza compensou os excessos de natalidade com os excessos de mortalidade… Queremos eliminar os sofrimentos, as doenças? A idéia é maravilhosa, mas talvez não seja de todo benéfica em longo prazo. Existe o perigo de comprometermos assim o futuro de nossa espécie. É terrível dizer isso. A população mundial tem que estabilizar-se, e para tanto seria necessário eliminar 350 mil indivíduos por dia. A atração de ambientalistas radicais por epidemias causadas por vírus como vetor de eliminação de pessoas tem mais exemplos recentes. Em agosto de 1988, em uma entrevista à agência noticiosa Deutsche Press Agentur, o príncipe Philip, fundador e presidente internacional do WWF, e um dos líderes da implantação do governo único mundial, declarou: Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação… Voltando ao “pacifista” britânico, Betrand Russell, em seu legado é possível encontrar “preciosidades” assim: A população branca do mundo logo deixará de crescer. As raças asiáticas demorarão mais, os negros ainda muito mais, antes que o ritmo dos nascimentos caia o suficiente para estabilizar seu número sem a ajuda da guerra e da peste… Enquanto isto não acontecer, os benefícios que o socialismo busca só se lograrão parcialmente e as raças menos prolíferas tenderão a se defender das mais prolíferas por métodos que, embora repugnantes, são necessários (Perspectivas da civilização industrial, 1923). As macabras metamorfoses de Cousteau também foram reveladas pelo jornal francês France-Soir, que republicou uma carta escrita pelo “bom velhinho” em 1941 enderaçada a Philippe Talliez, seu melhor amigo. Evidência, também, seu anti-semitismo. “Fora todos os imundos judeus que nos molestam”, escreve Cousteu, queixando-se de não poder se alojar convenientemente sua família em Marselha porque os judeus haviam-se refugiado no local. A carta foi encontrada por um biógrafo, Bernard Violet, acrescentando que Cousteau recebeu a Legião de Honra não devido a atividades de resistência, mas por seus serviços durante o regime colaboracionista de Vichy (Tribuna da Imprensa, 29/6/99). Como se recorda, os princípios do ambientalismo moderno foram especificados pelas mesmas redes anglo-americanas que defendiam a eugenia (melhoramento racial), colocada em prática pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Pela lógica, ambientalismo, nazismo, fascismo, segregação, purificação de raças etc., não fazem muita diferença. Cousteau começou sua carreir
a de oceanógrafo e cineasta durante a guerra e apresentou seu primeiro filme em 1943, em Paris, durante uma manifestação cultural patrocinada pelas forças de ocupação nazistas. Seu irmão mais velho, Pierre-Antoine Cousteau, condenado depois da guerra, era nessa época diretor de redação da “Je suis partout”, uma revista colaboracionista e violentamente anti-semita. E o que é pior, nada disso é sequer mencionado aos, principalmente estudantes, brasileiros, que engolem, com satisfação, as mentiras convenientes que lhe são jogadas sistematicamente, marteladamente, goela abaixo por todos os meios possíveis, mal sabendo que estão cavando a própria sepultura.
Epidemias programadas – Um privilegiado nababesco grupo reúne-se às secretas todos os anos, onde traça os destinos de cada Nação e do mundo. É o Clube do governo mundial, o Bilderberg. Normalmente ocorrem mudanças e acontecimentos bruscos e até mesmo guerras, a fome, a pobreza, a derrubada de governos e abruptas e surpreendentes mudanças políticas, sociais e monetárias após esses encontros. Ou crises internacionais ou até mesmo epidemias, pandemias e tais, suínas ou não… Isso ajuda a aterrorizar as pessoas, tornando-as mais sensíveis e suscetíveis a acatar e aceitar mudanças e dominações, gera lucro e reduz a população. O Clube Bilderberg considera a população incompetente para educar seus filhos e propõe como sociedade ideal, aquela em que os filhos são separados das famílias por ocasião do nascimento e educados pelo, ao estilo Esparta, na Grécia antiga. É adepto às teorias Malthusianas de controle de natalidade e “purificação”. Daí a inversão de valores, o estabelecimento de conceitos estranhos como o de transformar o que é anormal em normal em detrimento desse; a desagregação das famílias, a perda da moral, dos costumes, do respeito, da educação…
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