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Governo Mundial: Um Governo Demoníaco ou Democrático? Uma Possibilidade Ou Um Sonho?

Fontes: http://citador.weblog.com.pt/arquivo/107629.html

http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6244

http://www.blogdojua.com/2009/06/epidemias-programadas-governo-mundial.html

http://apocalipsetotal.blogspot.com/2008/01/governo-mundial-realidade-ou-mito.html

«Começa com a União Europeia, Associação das Nações do Sudeste Asiático, Organização para Cooperação de Xangai, Parlamento Centro-americano, Comunidade das Nações Sul-americanas e a União Africana. Por fim juntam-se todas as organizações e forma-se um único governo, uma única moeda, uma única economia, leis iguais para todos».

Resumo: O Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe

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Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe, tal como Maria Antonieta que, ao mandar o povo comer brioches já estava quase sem cabeça e não sabia de nada! Quem tem autoridade moral – e logo, logo, militar – sobre todo o mundo hoje em dia? Quem dita as normas de conduta ética? Quem tem o poder de guerra e de paz? Não é a Organização das Nações Unidas?

Estamos acostumados a tomar como certo tudo que a ONU diz e determina. Suas estatísticas são incontestáveis. Suas recomendações são ordens. Tudo que de lá vem é bom, por princípio! Pois não é lá que se defende a paz e a harmonia entre os homens? Uma espécie de deus de uma religião pagã? Seus funcionários se metem em tudo através das diversas ‘agências’ – sofisma que será empregado até poderem usar o nome verdadeiro: Ministérios Mundiais! A burocracia já atingiu níveis nunca alcançados em nenhum outro lugar, nem mesmo na URSS. Recomendo darem uma olhada em http://www.unsystem.org/ para verificarem o grau com que estamos aprisionados à ela. São mais de 130 agências, comissões, sub-comissões, delegacias, inspetorias, etc., das quais conhecemos uma parte ínfima mas pelas quais já se pode perceber o tremendo poder de que dispõem.
É a UNESCO que determina os currículos do mundo inteiro (ver meu True Lies para saber a origem dos mesmos). É a OMS que diz o que podemos comer, como devemos cuidar de nosso corpo e mente, que medidas sanitárias devemos usar. A OMC determina como deve ser o comércio mundial. A AIEA determina quem pode ter armas nucleares. A UNICEF estabelece as categorias nas quais temos que cuidar de nossos filhos, quantos devemos ter. A FAO distribui os plantios agrícolas. O complexo bancário FMI/BANCO MUNDIAL/BID decide quais países serão economicamente viáveis, quais devem falir (como fizeram com a Argentina após a Guerra das Malvinas/Falklands, no que Estulin está absolutamente correto). São tantas as ‘agências/ministérios’ que nem sei quem determina a falácia chamada IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.
Da mesma forma que a campanha contra o fumo foi um teste bem sucedido, como denuncia Estulin, para medir o grau de sujeição hipnótica da população mundial, a campanha do desarmamento também o é. A absurda aversão ao cigarro e aos fumantes prova que uma propaganda subliminar bem feita é capaz de converter facilmente milhões em robôs ou cães de Pavlov: toca a campainha os cães salivam, acenda um cigarro e os robôs se enchem de indignação! Ninguém se espante se algum dia a OMS disser que andar de quatro faz bem para a coluna, aumente exponencialmente o número de quadrúpedes na Terra, todos alegrinhos com as ‘melhoras’ obtidas.
A mesma coisa se esperava da campanha pelo desarmamento. Como tudo na ONU passa necessariamente pelo Conselho de Segurança, como é que alguém pode acreditar que o desarmamento interessa à ONU se os cinco Membros Permanentes, com direito de veto, são os cinco maiores produtores e exportadores de armas do mundo? Ingenuidade tem limite, a partir do qual é burrice! A prevista oposição dos EUA permite aos demais votarem tranqüilos contra seus próprios interesses econômicos pois sabem que a culpa recairá, como sempre nos malvados EUA fazedores de guerra. Mas os EUA não são inocentes! O que impede seu governo de votar a favor e fingir-se de bonzinho é algo que tem mais de 200 anos: a Segunda Emenda à Constituição – e é dificílimo emendar a Constituição – e o poderoso lobby da NRA, National Rifle Association. A campanha anti-fumo começou pelos EUA, povo extremamente preocupado com a saúde; a do desarmamento pelo Brasil, possivelmente por ser considerado um povo atrasado, governado por paus mandados da ONU e fácil de convencer. Mas não contavam com o fato de que há vida inteligente por aqui capaz de organizar uma eficiente campanha para se descolar da pecha de defensores das armas em si, e se mostrar defensores do direito do cidadão à sua defesa e de sua família. A organização Pela Legítima Defesa, a APADDI-ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE DEFESA DOS DIREITOS E DAS LIBERDADES INDIVIDUAIS, e a ONG Viva Brasil conseguiram reverter uma derrota certa em acachapante vitória.
A MISTIFICAÇÃO HIPNÓTICA
Criada dos escombros de uma das mais sangrentas guerras da história humana por uma população exausta ansiando por paz após seis anos de matanças, a ONU teve as condições propícias para já nascer hipnótica: as pessoas queriam se convencer de que a paz eterna é possível se criado um mecanismo internacional de diálogo entre as nações. Aí fica fácil iludir todo mundo, pois esta é a única condição sine qua non para o hipnotismo: o paciente desejá-lo. Mesmo seu inspirador não tendo as qualificações adequadas para defensor da paz: Josef Stalin, o segundo maior carniceiro da história só perdendo para seu dileto discípulo Mao Zedong. A organização já nasceu fruto da mentira pois um dos países fundadores, a URSS, jamais pretendeu respeitar a Declaração dos Direitos do Homem que cinicamente aprovava. Com o nascimento da ONU nascia simultaneamente a assimetria entre o tratamento dado às Nações: enquanto as democracias passaram a ser cobradas permanentemente pelo respeito aos direitos humanos, as ditaduras comunistas defendiam para si o hipócrita ‘princípio da autodeterminação dos povos e da não interferência em assuntos internos’. Hoje o Islã faz exatamente a mesma coisa!
É impressionante como pessoas que se dizem céticas, não acreditam, p.ex., em pesquisas eleitorais que em algum tempo se encontrarão com a realidade dos votos e serão desmascaradas se erradas, ao mesmo tempo têm uma fé cega nas estatísticas da ONU e tudo que vem de lá. Quem checa as estatísticas da ONU? Quem pode refutá-las e desmascará-las? Isto é impossível – seria necessário uma organização de igual tamanho. Acredita-se na autenticidade delas por quê? Fé? Dados que não podem ser refutados podem ser fraudados no sentido de atingir seus fins de dominação mundial.
Não é sem base que desconfio pois existe um sem-número de falsidades envolvendo esta organização, além das já apontadas. A começar pelo seu objetivo: supostamente, a paz. Seu belo símbolo – um globo terrestre branco sobre fundo azul celeste – convida à paz e à tranqüilidade. Mas a pomba branca da paz mais ainda e poucos sabem que foi encomendada por Stalin a Picasso, que além de oportunista era comunista – para hipnotizar o Ocidente com suas intenções ‘pacíficas’ e espalhar a crença de que os países comunistas, onde se matava oficialmente por qualquer vintém, eram os ‘povos amantes da paz’ em oposição aos países capitalistas, cruéis fazedores de guerras.
A ONU não quer a paz, é pura lorota! Quer é a guerra; quanto mais guerra mais justifica sua necessidade e mais se apresenta como a única solução. Se acabarem-se as guerras, acaba a ONU! Alguém acredita que interessa aos médicos acabar com todas as doenças e ficar desempregados? Ou que interessa aos advogados fazerem leis simples que todos entendam e possam se defender sozinhos? Claro que não, mas a grande maioria acredita que a ONU quer a paz – e sua conseqüente auto-extinção! Para não ir muito longe leio aqui mesmo no Mídia Sem Máscara um artigo de Caroline Glick em que ela diz que o Hezbollah e seus aliados ganharam o último round do conflito com Israel. Pode até ser que no plano tático sim, mas no plano estratégico de longo prazo só a ONU saiu ganhando com o aumento dos efetivos da UNIFIL para supervisionar o re-armamento do Hezbollah, novos foguetes sobre Israel, nova reação ‘desproporcional’, novo cessar-fogo, nova Resolução e mais capacetes azuis! Perdem Israel, Hezbollah, Líbano, Síria e Irã.
Para os donos do mundo que usam a ONU como instrumento não interessa a mínima ganhos táticos nem se importam com número de mortos, feridos, crianças, velhos; só interessa a estratégia de longo prazo de domínio mundial.Perde principalmente os EUA, a única potência que poderia enfrentar a ONU simplesmente se retirando, parando de subsidiá-la e a expulsando das margens do East River! Quando Bush atacou o Iraque contrariando as decisões do Conselho de Segurança, deu o primeiro passo do que acreditei seria a desmoralização total da ONU. Mas não prosseguiu, apesar de ter nomeado John Bolton como Embaixador, que é um dos poucos que sabe realmente o que é a ONU. É a última esperança.
(*) Heitor De Paola
O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e ex-Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, Membro do Board of Directors da Drug Watch International, e Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa (www.faroldademocracia.org) . Possui trabalhos nas áreas de psicanálise e comentários políticos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da organização comunista clandestina, Ação Popular (AP).

Pode evitar-se a guerra por algum tempo por meio de paliativos, expedientes ou uma diplomacia subtil, mas tudo isso é precário, e enquanto durar o nosso sistema político actual, pode ser considerado como quase certo que grandes conflitos hão-de surgir de vez em quando. Isso acontecerá inevitavelmente enquanto houver diferentes Esados soberanos, cada um com as suas forças armadas e juiz supremo dos seus próprios direitos em qualquer disputa. Há somente um meio de o mundo poder libertar-se da guerra, é a criação de uma autoridade mundial única, que possua o monopólio de todas as armas mais perigosas.

Para que um governo mundial pudesse evitar graves conflitos, seria indispensável possuir um mínimo de poderes. Em primeiro lugar precisava de ter o monopólio de todas as principais armas de guerra e as forças armadas necessárias para o seu emprego. Devia também tomar as precauções indispensáveis, quaisquer que fossem, para assegurar, em todas as circunstâncias, a lealdade dessas forças ao governo central.

O governo mundial tinha de formular, portanto, certas regras relativas ao emprego das suas forças armadas. A mais importante determinaria que, em qualquer conflito entre dois Estados. cada um tinha de se submeter às decisões da autoridade mundial. Todo o emprego da força, de um Estado contra o outro, tornaria o agressor um inimigo público e implicaria o emprego, contra ele, das forças armadas do governo mundial. Estes seriam os poderes essenciais para salvaguardar a paz. Uma vez conseguidos, outros se lhes seguiriam. Haveria necessidade de corpos constituídos para desempenhar as funções legislativas e judiciais; mas tais corpos desenvolver-se-iam naturalmente se as condições militares fossem realizadas; o que é difícil e vital é dotar de uma força irresistível a autoridade central.

O governo mundial pode ser democrático ou totalitário; pode ter a sua origem no consentimento ou na conquista; pode ser o governo nacional de um Estado que conseguiu conquistar o mundo ou, pelo contrário, uma autoridade em que cada Estado, ou cada ser humano, tenha iguais direitos. Por minha parte creio que se tal governo se constituir um dia será à base do consentimento nalgumas regiões e à base da conquista noutras. Numa guerra mundial entre dois grupos de nações, pode suceder que os vencedores desarmem os vencidos e comecem a governar o mundo por meio de instituições unificadoras desenvolvidas durante o conflito. Gradualmente, à medida que se desvaneça a hostilidade provocada pela guerra, as nações vencidas poderão ser admitidas como associadas. Não creio que a espécie humana tenha suficiente habilidade política ou um elevado espírito de tolerância para estabelecer um governo mundial somente à base do consentimento. Por isso penso que um elemento de força deve ser necessário, tanto para o seu estabelecimento como para a sua protecção durante os primeiros anos.

Bertrand Russell, in “A Última Oportunidade do Homem”

Actualmente muitos têm defendido a tese de que é necessário implementar um modelo de “Governo Mundial”, capaz de submeter todas as relações internacionais e seus sujeitos a um plexo de normas comuns.

Tal tese abraça nada menos que a efectivação de um contrato social de amplitude internacional, do qual derivem direitos, obrigações e obviamente sanções, nos casos de descumprimento do pacto estatuído, para os entes ou sujeitos de direito internacional.

O objectivo dos defensores do “Governo Mundial” é abolir o que chamam de “caos” nas relações internacionais, através de uma sistematização do mecanismo internacional de solução de conflitos, sob a alegação de que “a incapacidade da sociedade internacional de estabelecer regras jurídicas aceitáveis por toda a comunidade nos levará à catástrofe vista somente em tempos bárbaros.»

Todavia, não há como dar guarida à idéia de um “Governo Mundial” que não respeite as diferenças das diversas nações e atente contra a soberania dos Estados. Em oposição à idéia de “Governo Mundial”, surge como saída necessária para solução dos conflitos internacionais, a reação de ampliação da democracia e a formação e o aperfeiçoamento de mecanismos multilaterais que realizem consensos nas discussões a nível internacional.

Porém, há aqueles que afirmam que sem coercibilidade e poder de sanção o direito internacional público não é direito, baseados na doutrina de Rudolf Von Ihering, a qual postula que “norma sem sanção é como fogo que não queima”.

Sustentam que somente um “Governo Mundial” com normas revestidas de legitimidade em dimensão espacial capaz de abarcar o planeta seria a solução para garantir a certeza e segurança nas relações internacionais.

Enfrento neste artigo indagações como: É possível ou viável instalar-se um “Governo Mundial” legítimo? Em que se funda esta legitimidade? Como dar força às obrigações assumidas nas relações internacionais, sem a implementação de um contrato social de nível supra estatal?

Para tentar responder essas dentre tantas perguntas que podemos levantar, é preciso estabelecer um ponto de partida, o qual ouso focar o seguinte problema: “não é possível tratar com igualdade os desiguais”?.

No âmbito internacional é tido como certo pelos doutrinadores que existe uma igualdade soberana entre os Estados, tão certo como a existência de uma pungente desigualdade de fato, onde reside, no meu ponto de vista, o impeditivo maior para a instalação de um governo único, haja vista os Estados hoje não estejam em pé de igualdade para manifestarem seu consentimento acerca de normas que obrigação toda a comunidade internacional, de maneira que corre-se o risco de criarmos regras que privilegiem os interesses de alguns, o que seria um contra-senso até mesmo com o ideal dos que defendem a instalação deste “Governo Mundial”.

O próprio direito internacional é um direito que socorre somente os Estados desenvolvidos, deixando à margem aqueles ainda em processo de desenvolvimento.

Não é possível afirmar que, por exemplo, um país como a Argentina esteja de facto, em pé de igualdade com os EUA, para manifestar sua vontade livremente e sem pressões, objectivando firmar uma Constituição internacional.

Em acréscimo a essa desigualdade fática, temos que considerar que os Estados Nacionais não abrirão mão de sua soberania por conta de uma proposta que não parece nada viável do ponto de vista político, uma vez que perder-se-á força em troca de uma constituição mundial que parece mais um “meio” para se chegar a um “fim” pré determinado, qual seja, ao Governo Mundial, ou melhor, à realização do desejo das superpotências que é dominar os demais países.

“Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação…” Príncipe Philip

A idéia de controlar a população mundial, principalmente nos países pobres e ou em desenvolvimento tecnológico e industrial, é antiga. Ganhou notoriedade nos séculos XVII, XIX, com Thomas Malthus. Malthus propôs uma “restrição moral” aos nascimentos; proibir o casamento entre pessoas muito jovens; limitar o número de filhos entre as populações mais pobres; elevar o preço das mercadorias e reduzir os salários, a fim de pressionar os mais humildes a ter uma prole menos numerosa. Tudo isso e muito mais, sob a desculpa de que não haveria alimento para todos. Dois séculos depois as teorias desse inglês nascido em 1766 estão de novo em evidência, desta feita disfaçada de ambientalismo, ecologismos, ecoterrorismo e por aí afora. Ao longo do tempo as teorias malthusianas foram ganhando reforços. Houve aqueles que optaram pela quimera da purificação das raças, e em seu nome mataram milhões de pessoas; e até mesmo experiências como a de distribuição de anticoncepcional, ainda em fase experimental, no leite em pó que, “caritativamente”, John Kennedy doava ao Brasil no início dos anos de 1960. Mas são outras histórias. Tivemos também Marx, Bertrand Russel, esse, ao mesmo tempo que criticava qualquer forma de autoridade que tolhesse as liberdade o pensamento e a expressão, defendia o controle da natalidade. Hoje tais idéias são disseminadas sorrateiramente, a sorrelfa, manhosamente, à socapa no pacote de lavagem cerebral chamado de ambientalismo, a máfia verde, arma que os poderosos da Nova Ordem Mundial, o Clube de Bilderberg, utilizam-se para espalhar o terror, dominar os povos e implantar o governo único mundial. Um dos mais evidentes naturalista, e naturalmente compromissado até ao pescoço com o controle da população mundial, e em favor dos que planejam o domínio mundial – bancos, grandes conglomerados, realeza européia a começar, e, sobretudo, pela Casa de Windsor, ONU e seus inúmeros rabos etc. -, foi o oceanógrafo e ambientalista francês Jacques-Yves Cousteau. E esse continua sendo seu legado. Com aquela cara de velhinho samaritano, tinha idéias, digamos, extravagantes a respeito da humanidade. Essas idéias, embora estejam sendo utilizadas na prática, foram e continuam sendo mascaradas pela pseudo preocupação para com o destino do mundo e tem a auto-sustentabilidade como a face que oculta o mal. Na década de 1990, Jaques Cousteau, “preocupado com as condições ecológicas de vida do mundo de amanhã, recorrendo à colaboração do Banco Mundial e da Unesco, criou uma cátedra universitária, designada Unesco-Cousteau, que será instalada em 100 universidades de todo o mundo, com a interferência direta da suspeitíssima ONU, “aquela coisa lá de Nova York, como diria Charles De Gaulle. A nova disciplina definida e concebida por Cousteau é a ecotecnia. Sua principal característica é a de congregar conhecimentos de outras disciplinas etc.. (…). Pode se entender o “o congregar outras disciplinas…”, como forma de engajar outros desavisados na insanidade que preparam para a terra e sua população. Mas voltando o senhor comandante Custeau, vale a pena relembrar uma sua entrevista concedida, em 1992, ao Unesco Courier, e republicada pelo Alerta de Rede, em 1990. Pergunta: Existem espécies animais que constituem uma ameaça ou são prejudiciais ao homem, como algumas serpentes, alguns mosquitos. Será que é possível eliminá-las, como se tenta eliminar os vírus responsáveis por certas doenças? Cousteau: A eliminação de vírus é uma idéia nobre, mas acarreta enormes problemas. Entre o ano 1 e o ano 1400, a população praticamente não mudou. Por meio de epidemias, pandemias, endemias, a natureza compensou os excessos de natalidade com os excessos de mortalidade… Queremos eliminar os sofrimentos, as doenças? A idéia é maravilhosa, mas talvez não seja de todo benéfica em longo prazo. Existe o perigo de comprometermos assim o futuro de nossa espécie. É terrível dizer isso. A população mundial tem que estabilizar-se, e para tanto seria necessário eliminar 350 mil indivíduos por dia. A atração de ambientalistas radicais por epidemias causadas por vírus como vetor de eliminação de pessoas tem mais exemplos recentes. Em agosto de 1988, em uma entrevista à agência noticiosa Deutsche Press Agentur, o príncipe Philip, fundador e presidente internacional do WWF, e um dos líderes da implantação do governo único mundial, declarou: Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação… Voltando ao “pacifista” britânico, Betrand Russell, em seu legado é possível encontrar “preciosidades” assim: A população branca do mundo logo deixará de crescer. As raças asiáticas demorarão mais, os negros ainda muito mais, antes que o ritmo dos nascimentos caia o suficiente para estabilizar seu número sem a ajuda da guerra e da peste… Enquanto isto não acontecer, os benefícios que o socialismo busca só se lograrão parcialmente e as raças menos prolíferas tenderão a se defender das mais prolíferas por métodos que, embora repugnantes, são necessários (Perspectivas da civilização industrial, 1923). As macabras metamorfoses de Cousteau também foram reveladas pelo jornal francês France-Soir, que republicou uma carta escrita pelo “bom velhinho” em 1941 enderaçada a Philippe Talliez, seu melhor amigo. Evidência, também, seu anti-semitismo. “Fora todos os imundos judeus que nos molestam”, escreve Cousteu, queixando-se de não poder se alojar convenientemente sua família em Marselha porque os judeus haviam-se refugiado no local. A carta foi encontrada por um biógrafo, Bernard Violet, acrescentando que Cousteau recebeu a Legião de Honra não devido a atividades de resistência, mas por seus serviços durante o regime colaboracionista de Vichy (Tribuna da Imprensa, 29/6/99). Como se recorda, os princípios do ambientalismo moderno foram especificados pelas mesmas redes anglo-americanas que defendiam a eugenia (melhoramento racial), colocada em prática pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Pela lógica, ambientalismo, nazismo, fascismo, segregação, purificação de raças etc., não fazem muita diferença. Cousteau começou sua carreira de oceanógrafo e cineasta durante a guerra e apresentou seu primeiro filme em 1943, em Paris, durante uma manifestação cultural patrocinada pelas forças de ocupação nazistas. Seu irmão mais velho, Pierre-Antoine Cousteau, condenado depois da guerra, era nessa época diretor de redação da “Je suis partout”, uma revista colaboracionista e violentamente anti-semita. E o que é pior, nada disso é sequer mencionado aos, principalmente estudantes, brasileiros, que engolem, com satisfação, as mentiras convenientes que lhe são jogadas sistematicamente, marteladamente, goela abaixo por todos os meios possíveis, mal sabendo que estão cavando a própria sepultura. Epidemias programadas – Um privilegiado nababesco grupo reúne-se às secretas todos os anos, onde traça os destinos de cada Nação e do mundo. É o Clube do governo mundial, o Bilderberg. Normalmente ocorrem mudanças e acontecimentos bruscos e até mesmo guerras, a fome, a pobreza, a derrubada de governos e abruptas e surpreendentes mudanças políticas, sociais e monetárias após esses encontros. Ou crises internacionais ou até mesmo epidemias, pandemias e tais, suínas ou não… Isso ajuda a aterrorizar as pessoas, tornando-as mais sensíveis e suscetíveis a acatar e aceitar mudanças e dominações, gera lucro e reduz a população. O Clube Bilderberg considera a população incompetente para educar seus filhos e propõe como sociedade ideal, aquela em que os filhos são separados das famílias por ocasião do nascimento e educados pelo, ao estilo Esparta, na Grécia antiga. É adepto às teorias Malthusianas de controle de natalidade e “purificação”. Daí a inversão de valores, o estabelecimento de conceitos estranhos como o de transformar o que é anormal em normal em detrimento desse; a desagregação das famílias, a perda da moral, dos costumes, do respeito, da educação…

29
Out
09

Parabéns, Astérix!

Fonte: Jornal de Noticias

Há exactamente 50 anos, a 29 de Outubro de 1959, surgia nas bancas francesas a revista “Pilote”.

Nela, fazia a sua estreia um certo Astérix, que viria a tornar-se um dos mais conhecidos heróis de banda desenhada de sempre.

À partida, nada o parecia indicar. O titular da série era baixo, pouco vistoso e mais astuto do que inteligente. Ao seu lado, caminhava um gigante desajeitado, sempre com um menir – um calhau! – às costas, incapaz de controlar a sua força excessiva.Na sua aldeia, habitavam um chefe com pouca autoridade, um peixeiro com horror a peixe fresco, um bardo com voz de cana rachada, um ferreiro que usava o martelo mais para bater neste último do que para trabalhar na forja e diversos outros exemplos a não seguir. A isto há que acrescentar que todos tinham nomes acabados em “ix” e que sistematicamente andavam à pancada entre si, excepto quando se entretinham a bater nos romanos entrincheirados nos campos fortificados que rodeavam a sua aldeia.

E a tiragem do primeiro álbum – “Astérix o Gaulês” (1961) – de apenas seis mil exemplares, parecia confirmá-lo. No entanto, a sucessão de novas aventuras, o apuramento gráfico de Uderzo, um desenhador de eleição, com as suas personagens arredondadas e de nariz grande e um notável sentido de ritmo e de movimento, e o humor inteligente e irresistível de Goscinny, pouco a pouco foram conquistando leitores, fazendo com que “Astérix e Cleópatra” (1965) já tirasse 100 mil exemplares, e dois anos depois, “Astérix e os Normandos” ultrapassasse o milhão de exemplares.

As bases do sucesso foram os vários níveis de leitura presentes na obra, cativante para os mais novos pelas sucessivas tareias que os gauleses davam nos romanos, e para os mais velhos pela mordaz crítica social e de costumes, pelo divertido retrato estereotipado que Goscinny traçou de cada um dos povos dos países que Astérix visitou.

Quando Goscinny faleceu em 1977, muitos pensaram que tinha chegado o fim do pequeno guerreiro gaulês, mas após um período de reflexão, Uderzo decidiu assumir integralmente a criação de Astérix e, se a qualidade dos argumentos se ressentiu disso, o hábil gestor que ele se revelou, multiplicando os produtos de merchandising, criando um parque temático e apostando no audiovisual, onde se contam sete filmes de animação e três longas-metragens com actores como Christian Clavier, Gérard Deperdieu, Roberto Benigni, Laetitia Casta ou Mónica Bellucci, fez com que as vendas disparassem – a tiragem global de “O céu cai-lhe em cima da cabeça” (2005) foi de 8 milhões – transformando Astérix numa marca apetecida que gera mais de 12 milhões de euros anuais.

Mas isso, são outras histórias. As que interessam hoje, são aos quadradinhos: 35 álbuns, mais de 1500 pranchas, que esta data convida a (re)ler e (re)descobrir, com a garantia de boas gargalhadas, momentos bem passados e um alegre banquete final, com javali assado e sem a voz do bardo a desafinar.

Entretanto, se o ponto alto das comemorações dos 50 anos de Astérix e Obélix foi o lançamento do novo álbum, muitas outras manifestações assinalam a data, entre as quais um enorme Astérix desenhado no céu pela célebre esquadrilha da Patrouille de France.

No passado dia 22 foi levado à cena o espectáculo musical “Le Tour de Gaule Musical d’Astérix”, estão patentes exposições alusivas no Museu de Cluny, em Paris (até 3 de Janeiro de 2010) e no Festival Quais des Bulles (até 15 de Novembro) e hoje os irredutíveis gauleses invadirão (pacificamente) Lutécia, que é como quem diz Paris. Em Dezembro, os correios franceses emitem um bloco com selos com Astérix.

Por cá, a Embaixada de França e as Edições ASA promovem hoje, às 19 horas , um cocktail, durante o qual Júlio Isidro apresentará o novo álbum, e o Amadora BD 2009 tem patente até 8 de Novembro uma exposição de objectos de colecção relacionados com Astérix.

Presença do guerreiro em Portugal

Estreou-se no “Foguetão”

Astérix estreou-se em Portugal a 4 de Maio de 1961, a preto e branco, no nº 1 da revista “Foguetão”, dirigida por Adolfo Simões Muller que já tinha estreado Tintin entre nós. O herói gaulês passou também pelas páginas do “Cavaleiro Andante” e do “Zorro”, antes de se fixar na “Tintin”, em 1968. Um ano antes, a Bertrand editara o seu primeiro álbum em português.

Em mirandês Entre as 107 línguas e dialectos em que Astérix está traduzido conta-se o mirandês, com dois álbuns: “Astérix L Gaulês” e “L Galáton” (Astérix o gaulês e O Grande Fosso).

Personagens rebaptizadas

A entrada de Astérix no catálogo da ASA, em 2005, ficou marcada por uma nova tradução que apresentava como principal novidade o facto de as personagens, com excepção de Astérix, Obélix e Panoramix, terem passado a ter nomes “portugueses”: Idéfix passou a Ideiafix, o chefe Abraracourcix foi rebaptizado de Matasétix, a sua mulher Bonemine como Boapinta, o bardo Assurancetourix como Cacofonix e o velho Agecanonix tornou-se Decanonix.

Portugueses em história

Em “O Domínio dos Deuses” (1971), entre os escravos dos romanos, vêem-se cinco portugueses, designados por iberos ou lusitanos, os únicos especificamente citados na série.

Asterix-Dogmatix-Obelix

 

27
Out
09

Muçulmanos querem Península Ibérica «de volta»

O apresentador de um programa infantil da televisão palestiniana, Al-aqsa, afirmou que a zona de Andaluz, actual Península Ibérica, e que foi outrora território dividido entre Portugal e Espanha, vai voltar um dia a estar sob o poder islâmico.

No vídeo do programa «Os Pioneiros de Amanhã», que foi exibido a 11 de Maio e está disponível no site do YouTube, o apresentador refere que o domínio islâmico, através da vontade de Allah, promove o bem, o amor e a justiça, ao acrescentar que judeus e cristãos «nunca tiveram uma vida» como a que experimentaram na época em que estavam sob influência islâmica.

Ao mencionar a zona de Andaluz, que foi um território conquistado e controlado politicamente por árabes e muçulmanos no século VIII até ter sido reconquistada pelos cristãos, o apresentador recorda que «esta querida terra vai voltar para nós um dia».

O apresentador acrescenta, ainda, que no mesmo período histórico, os cristãos nunca viram as suas igrejas e mosteiros «tão seguros».

No mesmo programa, Farfur, um dos apresentadores que se apresenta sempre vestido de sósia de rato Mickey, é apanhado a copiar na escola primária e explica ao professor que não pode estudar porque os judeus destruíram a sua casa e roubaram-lhe os livros.

No final do programa, a jovem Saraa que partilha a apresentação do programa lança ainda uma mensagem aos telespectadores, compostos maioritariamente por crianças e jovens, na qual ressalva que estes devem ajudar a «recuperar» a «glória» da civilização islâmica.

Rato Mickey contra Israel

Numa transmissão anterior de «Os Heróis de Amanhã», que gerou polémica no mundo árabe, o sósia de rato Mickey apelava explicitamente para a resistência violenta contra Israel e os EUA, reforçando sempre a ideia de que a supremacia islâmica «há-de vencer».

«Devem rezar na mesquita cinco vezes por dia até que haja uma liderança mundial de origem islâmica», aconselhava o clone da conhecida personagem da Disney aos seus pequenos espectadores.

11
Out
09

Prémio Nobel 2009

Os vencedores dos Prémios Nobel do ano 2009 são os seguintes:

Nobel da Física: Charles Kao (China) – Contribuições fundamentais no desenvolvimento da transmissão de luz em fibras para comunicação óptica.

Willard Boyle e George Smith (Estados Unidos) – Invenção do CCD, um sensor utilizado em inúmeras aplicações, desde máquinas fotográficas a telescópios.

Nobel da Química: Venkatraman Ramakrishnan (India/Reino Unido), Thomas Steitz (Estados Unidos) e Ada Yonath (Israel) – por trabalhos sobre “a estrutura e a função do ribossoma”, estrutura que produz as proteínas nas células.

Nobel da Fisiologia ou Medicina: Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostak (Estados Unidos) – Pela descoberta “de como os cromossomas são protegidos pelos telómeros e pela enzima telomerase”.

Nobel da Literatura: Herta Müller (Alemanha) – “que, com a densidade da sua poesia e franqueza da prosa, retrata o universo dos desapossados”.

Nobel da Paz: Barack Obama (Estados Unidos) – «Pelos extraordinários esforços para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos».

Nobel da Economia: Elinor Ostrom e a Oliver Williamson (Estados Unidos).

07
Out
09

Regras de Poker

in http://pt.pokernews.com/regras-poker/

O que é o poker?

Poker é um desporto de habilidade jogado em Salas Poker Online em todo o mundo. Durante décadas, poker foi jogado em “jogos caseiros” realizados em casa com os amigos, embora em alguns locais fosse proibido. Mais recentemente, o poker tem sido jogado na internet – dando assim liberdade às pessoas para jogarem a sua modalidade favorita, durante o tempo que assim o desejarem – sempre com muitos oponentes dispostos a os enfrentar, a qualquer hora do dia.

Salas de topo como a Party Poker, Poker Stars, e Everest Poker têm literalmente milhares de jogadores todos os dias. Todos os tipos de jogos imagináveis, incluindo o popular Texas hold’Em que pode ser jogado desde $0.01 até milhares de dólares por mão – todos os dias. Desde que o poker se tornou um jogo global, existem milhares e milhares de jogadores disponíveis para jogar a qualquer hora nestas salas de poker, jogando contra oponentes que poderão estar a mais de 5.000km de distância.

O ambiente

Poker Online

Sem embaraço num mau call, sem ambiente de fumadores e com o conforto de sua casa, o poker online tornou-se o lugar para encontrar acção 24 horas por dia. Pode jogar desde 4 cêntimos ou jogar de borla enquanto aprende o seu jogo favorito.

Poker ao Vivo

Salas de cartas ao vivo têm se tornado cada vez mais amigas dos principiantes, muitas oferecendo uma noite por semana exclusivamente para os jogadores que estão iniciando no poker. Aqui o ritmo de jogo é mais lento visto que é uma pessoa que tem de baralhar e distribuir as cartas. Muitas salas de cartas têm regras específicas, por isso você deve certificar-se das regras antes de sentar-se numa mesa, por exemplo, em torneios com compra (buy-in) baixo ou noites de principiantes. Poderá ser-lhe pedido que dê as cartas na mesa incluindo a si próprio.

Os Jogadores

O número de jogadores pode variar de dois (mais conhecido por heads-up) até dez para torneios de uma só mesa ou ring. Torneios com mais do que uma mesa não são limitados a não ser pela organização do torneio e poderão ter mais de 1000 jogadores. Tipicamente para um torneio de uma só mesa com dez jogadores, os primeiros três partilham os prémios, normalmente 50% para o 1º, 30% para o 2º e 20% para o 3º.

Mãos de Poker

Quase todos os jogos são jogados com um baralho de 52 cartas. Para o mais popular, o Texas Hold ‘Em, aqui está o ranking das mãos desde a melhor até à pior.

Royal Flush

- Cinco cartas seguidas do mesmo naipe.

Straight Flush

- Cinco cartas seguidas do mesmo naipe. O pior straight flush no poker é (A-Clubs) (2-Clubs) (3-Clubs) (4-Clubs) (5-Clubs).

Poker ou 4 Iguais

- Quaisquer quatro cartas com o mesmo valor.

Full House

- Tem um par mais um trio na mesma mão.

Flush

- Quaisquer cinco cartas do mesmo naipe.

Straight

- Quaisquer cinco cartas seguidas.

Trio

- Quaisquer três cartas com o mesmo valor.

Dois pares

– Tem 2 pares de duas cartas com o mesmo valor.

Um Par

- Quaisquer duas cartas com o mesmo valor.

Carta Mais Alta

A carta mais alta da sua mão.

O primeiro jogo, passo a passo.

Assumindo que está a jogar um torneio de uma única mesa (conhecido por Sit N Go) na internet:

  1. Quando os dez lugares estiverem ocupados, o jogo começa e ser-lhe-á atribuido um lugar na mesa.
  2. O jogo começa depois do botão do Dealer (marcado com um’D'), com dois jogadores a fazerem as casadelas (apostas sem verem as cartas), a pequena e a grande casadela (small blind SB e a big blind BB).
  3. Duas cartas são distribuidas a cada jogador. O jogador imediatamente a seguir à grande casadela é o primeiro a agir.
  4. Quando for a sua vez de jogar tem as opções de fazer call, raise ou fold. Se for a pequena casadela já apostou metade do valor necessário para ver mais cartas. Se é a grande casadela já colocou o valor necessário para ver mais cartas a não ser que um jogador tenha feito raise antes de ser você a falar. Se houver um raise você pode fazer re-raise, call ou fold.
  5. O Flop: Três cartas da comunidade são distribuídas na mesa com a face voltada para cima. Todos os jogadores que não fizeram fold antes do flop têm agora a possibilidade de usar estas três cartas para melhorar a sua mão. Existe outra ronda de apostas neste momento. Se ninguém apostar você pode fazer check e assim ver a próxima carta sem colocar mais dinheiro no pot. Uma aposta tem de ser igualada (call) ou aumentada (raise) se quiser ver a próxima carta.
  6. A Turn: Uma quarta carta é distribuida na mesa com a face voltada para cima. Outra vez, todos os jogadores podem fazer check, bet, call, raise ou fold, dependendo da acção dos outros jogadores.
  7. O River: uma quinta e última carta da comunidade é distribuida na mesa com a face voltada para cima. Aqui vemos a última ronda de apostas. Se uma aposta é feita por um jogador e igualada por outro, os dois jogadores têm de virar as suas duas cartas para assim podermos determinar quem é o vencedor dessa mão.
  8. Em qualquer altura se a uma aposta ninguem fizer call, o apostador recolhe o pot na totalidade, esta pessoa tem a possibilidade de mostrar ou não as suas cartas (não mostrar as cartas chama-se: mucking).
  9. Uma vez decidido o vencedor, dá-se início a uma nova mão, aí o botão do Dealer move-se um lugar no sentido dos ponteiros do relógio. As casadelas iráo aumentar normalmente após um predeterminado período de tempo.
  10. Após a última pessoa ser eliminada, o prémio é partilhado e o torneio fica completo.

 

06
Out
09

República vs Monarquia

Retirado de http://cidadaniapt.blogspot.com/2008/05/repblica-versus-monarquia.html

Por Luís Botelho Ribeiro

Uma questão sempre presente nos últimos 100-150 anos, em Portugal, é a do regime: monarquia ou república? Qual dos dois melhor servirá o desenvolvimento da sociedade e a realização da generalidade dos cidadãos? Um interesse evidente desta discussão, para qualquer cidadão preocupado com o estado da nossa democracia, reside no agitar do espectro da “concorrência” diante de uma república adormecida na certeza da sua definitiva(?) vitória de 5 de Outubro e, em muitos aspectos, apresentando evidentes e lamentáveis sinais de corrupção.

Com o advento da república em 1910 e a subsistência dos problemas estruturais e o agravamento de algumas dificuldades conjunturais, os portugueses terão adquirido uma mais clara noção de que a solução para os seus problemas não passa pela adopção, sem mais, do “melhor (e miraculoso?) regime para o país”. Isso não impede que ele de facto possa existir e ser encontrado em cada época.

Nos últimos anos, poucas vezes o belo busto feminino da república terá sido tão tristemente arrastado na lama como nesta situação – mais grave pelo seu aspecto simbólico do que por eventuais danos práticos. Falamos do caso do ex-ministro Pina Moura quando este invocava a “moral republicana” para justificar a sua acumulação de funções parlamentares com as funções de direcção do ramo português de um banco espanhol. Disse então – sem despertar qualquer eco de protestos dos “velhos republicanos” – que a Ética republicana era simplesmente a ética da Lei – para significar, assim, que tudo aquilo que a lei explicitamente não condena deve ser considerado aceitável. Ignorou-se, com ligeireza, que essa mesma lei-conveniente para a classe política republicana (que a aprovou) também pode ser uma lei “intencionalmente imperfeita”. E com isso se desbarata o principal capital da democracia que é (ou era) a confiança entre os eleitores portugueses e os seus representantes. Esperar-se-ia que, perante casos como aquele, viessem a terreiro exigir maior respeito pela república aqueles que melhor ou pior se vão assumindo como “guardiões” do ideal republicano. Tal não aconteceu, ou disso não deu eco a imprensa do regime! No recente programa “prós & contras” de 10 de Março, não esteve o Presidente da República… mas o Grão-Mestre da loja do Grande Oriente Lusitano, o qual, aliás, foi um digno paladino da ideia republicana, personificando em determinados momentos mais tensos… essa virtude (apenas?) republicana da tolerância.

Do lado monárquico, esteve Paulo Teixeira Pinto – com uma postura muito digna e serena, embora ficasse uma impressão estranha em ver entregue a defesa da “opção emocional” a alguém tão conhecido como administrador bancário e, supostamente, um campeão da racionalidade… financeira. Televisão à parte, verifica-se amiúde que a defesa do “ideal monárquico” se encontra em larguíssima medida confiado às “antigas famílias”. Ora isto pode ser indicativo de tudo menos da presença de um verdadeiro e puro Ideal – e sim de um possível interesse directo naquele regime em que as linhagens se possam substituir ao mérito como critério de escolha e ascensão social. Por outro lado, nem sempre a correcção no manejo da língua é aquilo que se esperaria de “conservadores” e cultores da respectiva pureza. Em sua defesa, porém, alega-se que o “fecho de abóbada” do sistema político deve ser incarnado por alguém que, sendo certo que não ascendeu ao cargo por outros méritos que não os do berço (se é que o são…) nem pode ser deposto/confirmado por eleições, pelo menos tem-se por garantido (terá sempre?) que não ascendeu por compadrio, maquinação ou obscura negociação política. Conceda-se até que tal figura, cabeça de uma “república com Rei” como defendia Agostinho da Silva, pudesse enfim defender e estimular todos aqueles que nas instituições públicas ainda resistem à onda laxista e corruptora.

Feitos estes considerandos, vamos deixar aqui algumas questões à reflexão interna e ao diálogo entre os dois campos na esperança de que um tal diálogo possa contribuir para a regeneração do actual regime político em Portugal. Talvez não exageremos ao manifestar a nossa convicção de que nenhum verdadeiro republicano consciente se poderá considerar satisfeito com o quadro que a realidade actual da república portuguesa lhe apresenta; da mesma forma como muitos monárquicos íntegros lastimavam o estado a que chegara a política nos anos que antecederam o 5 de Outubro.

Questões à República

  1. É a República compatível com a ocupação tão prolongada de cargos locais, regionais e nacionais como vemos ou vimos acontecer com Fidel Castro, Salazar, Tito, Alberto João Jardim, Mesquita Machado, Isaltino Morais, Avelino Ferreira Torres?
  2. Como pode a República manter a soberania herdada quando se recusa a referendar o Tratado de Lisboa, receando talvez a reprovação popular da sua preferência por um certo “internacionalismo” que corre com a mesma pressa a entregar Angola, Moçambique… a agricultura portuguesa ou a zona económica exclusiva?
  3. Porque receou a república, contra a inclinação de tantos ilustres republicanos como Guerra Junqueiro, manter a bandeira portuguesa de sempre, impondo como bandeira de todo o país… a bandeira do partido, ou seja, de uma parte? Não bastaria, como nos edifícios públicos, retirar a coroa de cima do escudo?
  4. Como se justifica a subsistência de tanta “hereditariedade” na actual partidocracia republicana?
  5. Como se pode a república auto-proclamar como o regime em que “qualquer cidadão pode tornar-se chefe de Estado” e depois pactua com a eliminação de personalidades do espaço de debate no serviço público de televisão (pública e republicana) durante a pré-campanha eleitoral?
  6. O anterior Presidente da República, Jorge Sampaio, desencadeou, no entender de muitos observadores, quase um “golpe de Estado constitucional” contra um governo com maioria absoluta no parlamento… ajudando o seu partido (PS) a regressar ao poder. É isto a república?
  7. De que forma se conservam (melhor) em República os valores fundamentais de uma sociedade, de uma nação – os seus critérios éticos, o seu impulso solidário, a sua língua, as tradições e cultura do povo e – porque não – das principais instituições nacionais (cavalo lusitano, arte equestre, fado / música e poesia popular, solidariedade inter-geracional, …)?

Questões à Monarquia

  1. A identificação da monarquia – ou do Rei – com “o povo” será assim tão endémica ou…epidérmica? Afinal não andaram as princesas herdeiras de Portugal a casar sistematicamente com herdeiros… castelhanos, pondo em causa e uma vez perdendo mesmo a independência? Afinal nem na nobreza, nem no povo (o clero estava naturalmente excluído da escolha) havia sangue com qualidade para assegurar a continuidade e qualidade da linhagem?
  2. E para lá das estratégias matrimoniais, mesmo na vivência quotidiana não se praticou em tantas cortes a “traição” cultural ao “seu povo”? Na corte imperial de Viena seguia-se durante certo período a etiqueta espanhola e falava-se a língua de Cervantes, como explicam os guias aos Paços da Imperatriz Austro-Húngara Maria Teresa – nem alemão nem húngaro, afinal… Onde a ligação… ao povo?
  3. E se na sucessão dinástica nos calhasse um pobre incapaz (como já aconteceu, porventura) e que, ao contrário da república, tivessemos de “gramar” a vida toda? Como se poderia o povo ver livre disso sem uma guerra civil como as que tivemos nas épocas de Sancho II, Afonso III, regente D. Pedro, Afonso VI, Miguel I, etc.
  4. Se é certo que “perdemos” em república a administração e a confiança das populações de territórios extensos como Angola e Moçambique, em monarquia não perdemos também o imenso Brasil e essa Olivença que ainda hoje não reconhecemos como parte de Espanha? O que fizemos de errado como povo, e qual a parte do regime político nestes desfechos de concordante efeito prático?
  5. A quem interessa afinal a monarquia? Ao povo ou… ao pretendente à coroa e à interminável comitiva de “nobres” de pergaminhos adquiridos no campo de batalha ou aos balcões “do tesouro” na agonia da 4ª dinastia? Pensarão hoje os portugueses que “já basta de meritocracia” ou, ao contrário, que a doença da política é em grande medida devida à degradação qualitativa das elites dirigentes? Acreditamos nós que algum contributo para uma solução poderia vir da revalorização dos… “méritos de nascimento”?
  6. Outra coisa estranha é a insistência na figura de D. Duarte como herdeiro da coroa portuguesa, quando por outro lado se aponta em abono da tradição monárquica portuguesa o facto de esta ser na letra e, em certos momentos decisivos, também na prática electiva. As cortes de Coimbra não votaram afinal a favor do pretendente (menos “legítimo” segundo o sangue) que melhor garantia a conservação da soberania? Não seria mais inteligente em vez de se afadigar em projector D. Duarte como “o homem certo”, não o sendo provavelmente para o Portugal de hoje, procurar antes identificar a figura que, dentro do campo monárquico, melhor pudesse servir Portugal como fiel dos frágeis equilíbrios do sistema político? Não é afinal o “bem de Portugal” e não o “bem do partido (monárquico)” o comum critério fundamental? Ao que parece, ainda “andam por aí” representantes do ramo de D. Miguel.
  7. E não seria este hiato de um século de república uma oportunidade para o campo monárquico se repensar a si mesmo e repensar Portugal? E se foi devidamente aproveitada esta oportunidade, onde está publicada essa proposta de um novo Portugal voltado para o futuro, merecedor da confiança e preferência dos cidadãos? Qual a credibilidade da pretensão de liderança de um Povo no séc. XXI por uma família real que ao longo dos séculos aprendeu a fazer política em regime absolutista (o tal que Salazar teria preferido…) e sem capacidade para se afirmar minimamente no terreno aberto da política democrática? Mal por mal, porventura seria até preferível entregar a coroa portuguesa ao ramo de D. Sebastião que se calhar também já por aí andará também… a vender carpetes de Marrocos. Vemos nisso, pelo menos, uma vantagem. Além do enorme capital de confiança acumulado junto do povo, que tanto acreditou e esperou o seu “Desejado” durante estes longos 430 anos, o “nosso Rei” teria uma outra qualidade nada desprezível: a de saber o que custa a vida, de conhecer o valor do trabalho.

01
Out
09

Catatua a dançar

Encontrei este vídeo no Youtube e achei-o muito engraçado!

24
Set
09

Electricidade Sem Fios

A possibilidade de carregar aparelhos electrónicos portáteis sem que sejam necessários fios e a partir de uma distância considerável terá sido aberta por investigadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Eles anunciaram a realização, com sucesso, de testes para um sistema de transferência de energia numa frequência até dez Megahertz. Em Portugal, processo idêntico de transmissão de energia sem contacto tem sido investigado e aplicado, mas entre distâncias muito curtas.

Investigadores ouvidos pelo JN admitem que os testes reivindicados pelo MIT são inéditos, ainda que a ideia e o princípio já existissem. A transmissão de energia sem contacto a distâncias remotas mereceu, inclusivamente, experiências pelo croata Nichola Tesla, no final do século XIX. Só que, afirmaram-nos os especialistas Beatriz Borges e Stanimir Valtchev, do Instituto de Telecomunicações, aquele inventor não tinha, à época, a tecnologia para operar a frequências muito elevadas. Os dois investigadores trabalham nesta área da transmissão de energia sem contacto que, em distâncias mais curtas e com gama de potências maior, encontra já aplicações em próteses médicas no interior do corpo (pacemakers, por exemplo), carga de baterias para telemóveis ou veículos eléctricos ou braços de robôs. A experiência do MIT admitirá uma potência muito baixa, até dez milhões de vezes por segundo. 

Outro especialista na área da energia eléctrica e inteligência computacional considera que “o problema residirá no rendimento desta técnica”. Explica o director do INESC Porto e professor da Faculdade de Engenharia, a energia que se emite tem que ser direccionada; de outro modo, haverá desperdícios, dispersando-se ela em todas as direcções. Ainda de acordo com Vladimiro Miranda, “estaremos ainda muito longe de poder carregar o computador a distância e sem fios”. Admite, contudo, que a técnica possa ter interesse em ambientes fechados e a curta distância
Jornal de Notícias, 9 de Junho de 2007
Texto de Eduarda Ferreira

Electricidade sem fios transmitida à distância

17
Set
09

Gato Fedorento Esmiúça os Súfragios

José Sócrates

Manuela Ferreira Leite

Paulo Portas

Francisco Louçã

13
Set
09

Red Bull Air Race 2009 – Porto

Paul Bonhomme foi o vencedor da edição 2009.

Paul Bonhomme, foi o vencedor da edição deste ano da corrida portuguesa da Red Bull Air Race. Ontem ao vencer as qualificações já se tinha mostrado “satisfeito” pelo resultado apesar de ter ficado “nervoso” com a proximidade dos outros pilotos.

O britânico Paul Bonhomme venceu hoje, perante 720 mil espectadores, a etapa portuguesa da Red Bull Air Race, que decorreu nas zonas ribeirinhas das cidades do Porto e de Gaia.

Com esta vitória, o piloto britânico dilata para quatro os pontos de vantagem que o separam do seu principal rival na conquista do título, o austríaco Hannes Arch, que acabou a corrida portuguesa no segundo posto.

Bonhomme, que este ano terminou três provas em segundo lugar, soma agora 55 pontos contra os 51 de Arch.

O líder do campeonato, que aumentou a diferença para o seu mais directo rival na luta pelo título Hannes Arch, chegou a sentir-se “ameaçado” pela concorrência mas acabou por voar vitorioso na final.

O líder do campeonato aumentou, assim, a diferença para o seu mais directo rival – Hannes Arch – na luta pelo título.

Hannes Arch liderou todo o campeonato até ser superado por Bonhomme na última corrida em Budapeste.

O terceiro lugar ficou entregue ao “rookie” australiano Matt Hall, que alcançou pela primeira vez na sua carreira um lugar no pódio e passou da quinta para a terceira posição da geral classificativa.

Paul Bonhomme, vencedor no traçado de Porto e Gaia e líder do campeonato, obteve, na sua última prestação, o tempo de 1:09.23 segundos na pista de 6,6 quilómetros e 17 pórticos insufláveis instalados no rio Douro.

Hannes Arch, segundo na geral do campeonato Red Bull Air Race, foi 0,94 segundos mais lento, enquanto o australiano Matt Hall perdeu para o líder 2.00 segundos.

A última corrida da época 2009 de Red Bull Air Race terá lugar em Barcelona, nos dias 3 e 4 de Outubro.

Classificação da corrida final:

Nome Tempo

Paul Bonhomme (GBR) 1:09.23

Hannes Arch (AUT) + 0.94

Matt Hall (AUS) + 2.00

Peter Besenyei (HUG) + 4.87




É bom saber…

Para reduzir a tensão e os males causados aos olhos em função do excesso de luminosidade projectada pelos sites de fundo branco e reduzir o consumo de energia, este blogue encontra-se com o fundo preto.

 

Novembro 2009
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